O Risco Cirúrgico é um software que permite a padronização deste
procedimento médico. Utilizando as tabelas de Goldman, New York Heart Association, ASA e Critérios de Lee, possibilita uma rápida emissão do laudo de
risco cirúrgico.
Características Principais:
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Trabalha com as tabelas de Goldman, ASA, NYHA e Critérios de Lee;
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Software para Windows 95, 98, 2000 ou XP;
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Inclui um sistema de auxílio ao usuário, com todo o manual do
sistema;
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Permite a rápida emissão do laudo de Risco Cirúrgico;
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Possui uma biblioteca de frases totalmente personalizável;
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Permite o armazenamento de todos os procedimentos de risco
cirúrgico;
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Emite o laudo em uma única folha, tornando a informação
padronizada e confortável para as equipes cirúrgicas;
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O laudo aceita o logotipo e o nome da sua clínica.
Tabelas:
Índice Multifatorial de Risco - Tabela de Goldman
Classe I
- A probabilidade de não ou pouca complicação é de 99%, os
riscos potenciais à vida são de 0,7% e de 0,2% para morte
cardíaca. Em geral, os pacientes são liberados para o ato
cirúrgico.
Classe II - A
probabilidade de não ou pouca complicação é de 93%, os
riscos potenciais à vida são de 5% e de 2% para morte
cardíaca. Geralmente, os pacientes são liberados para o ato
cirúrgico.
Classe III - A
possibilidade de não ou pouca complicação é de 86%, os
riscos potenciais à vida são de 11% e de 2% para morte
cirúrgica. Aumentando significativamente a probabilidade de
complicações cardíacas.
Atentar para eventual arritmia no ECG (5 contrações
ventriculares/minuto contribuem com 7 pontos para a classificação de
risco). Repetir o ECG após controle da arritmia. Se possível obtenha
melhor função renal, se previamente afetada. Compense melhor o
paciente, se tiver urgência venosa (estase jugular) ou arritmia.
Reclassifique após melhora clínica e eletrocardiográfica. Nesta
classe, é sugerida a monitorização eletrocardiográfica e
cardiológica do paciente na cirurgia.
Classe IV
- A probabilidade de não ou pouca complicação é de 22%, os
riscos potenciais à vida de 22% e o risco de morte cardíaca
de 56%. Aumentando significativamente a possibilidade de
complicações cardíacas. Deve-se obter uma melhor condição do
paciente conforme os procedimentos utilizados na Classe III.
Aqui é indicada a monitorização eletrocardiográfica e
cardiológica do paciente. As cirurgias devem ser adiadas
devido ao alto risco e na tentativa de uma melhor condição
clínica, até a nova avaliação.
Sistema de pontuação para os fatores de
risco cardíaco
Fator
Pontos
Terceira Bulha
11
Estase das veias jugulares
11
Infarto do Miocárdio (nos últimos seis meses)
10
Contração ventricular prematura (mais do que 5/min)
7
Outros ritmos que não o sinusal
7
Idade acima de 70 anos
5
Cirurgia de emergência
4
Cirurgia interpeitoral
3
Cirurgia aórtica
3
Presença de estenose valvar aórtica
3
Comprometimento do estado geral
A - PO2 menor que 60 ou PCO2 maior que 50 mmHg/l
B - K+ menor que 3,0 ou HCO3 menor que 20 mEq/l
C - Uréia maior que 50 ou creatinina maior que 3 mg/dl
D - Enzimas hepáticas alteradas, sinais de doenças
hepáticas crônicas ou outras causas não-cardíacas de
acometimento.
Risco na cirurgia não-cardíaca
Classe
Pontos
Probabilidade de não ou pouca complicação
Riscos potenciais de vida
Risco de morte cardíaca
I
0 - 5
99
0,7
0,2
II
6 - 12
93
5,0
2,0
III
13 - 25
86
11,0
2,0
IV
26
22
22,0
56,0
ASA - American Society of
Anesthesiologists
Classe I - Normal
saudável; Classe II - Com doença
sistêmica leve; Classe III - Com doença
sistêmica grave; Classe IV - Com doença
sistêmica grave/ ameaça constante à vida; Classe V - Moribundo/
difícil sobrevivência por 24h com ou sem operação.
NYHA - New York Heart Association
Classe I
- Ausência de sintomas ou sintomas de mínima intensidade;
Classe II
- Sintomas pouco intensos; Classe III - Sintomas
intensos; Classe IV - Sintomas
muito intensos ou paciente descompensado.